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	<title>Gestão Socioambiental</title>
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		<title>Sucesso da Hora do Planeta mostra que o mundo está pronto para ir Além da Hora</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 20:15:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando as luzes se acenderam nas Ilhas Cook, o 134o país a celebrar a Hora do Planeta 2011 &#8211; um ano que bateu todos os recordes no evento anual de apagar as luzes &#8211; a comunidade global mostrou que está unida no compromisso com um futuro sustentável. Em todo o mundo, a Hora do Planeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cristo.jpg"><img class="size-full wp-image-54 alignright" title="cristo" src="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cristo.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Quando as luzes se acenderam nas Ilhas Cook, o 134<sup>o</sup> país a   celebrar a Hora do Planeta 2011 &#8211; um ano que bateu todos os recordes  no  evento anual de apagar as luzes &#8211; a comunidade global mostrou que  está  unida no compromisso com um futuro sustentável.</p>
<p>Em todo o mundo, a Hora do Planeta recebeu a adesão da comunidade  global, independente de raça, cultura, idade ou situação econômica.  Indivíduos assumiram a liderança de suas comunidades em busca de uma  planeta mais limpo e mais seguro.</p>
<p>Em 2011, a Hora do Planeta fez um apelo às centenas de milhões de  pessoas que participaram do evento para apagar as luzes durante uma hora  e dar um passo adiante para ir além da hora, usando a Hora do Planeta  para assumir o ompromisso com uma ação continuada em prol do planeta.</p>
<p>“A população mundial foi unânime em sua resposta ao apelo para ir além  da hora”, afirmou Andy Ridley, co-funddor e diretor-executivo da Hora do  Planeta. “Desde as crianças em idade escolar em Cingapura até os chefes  de Estado desde o Reino Unido até Austrália, Paquistão e Colômbia, as  pessoas demonstraram que a Hora do Planeta evoluiu além de um apagar das  luzes.</p>
<p>“O evento deste ano sem dúvida serviu para ilustrar o que pode ser  alcançado quando as pessoas se unem com um objetivo comum e se reúnem  para agir.”</p>
<p><strong>Hora do Planeta 2011 ganhou força ao cruzar o Atlântico</strong></p>
<p>À medida que a Hora do Planeta 2011 avançava e dava a volta ao redor do  globo até a conclusão do evento que fez as luzes ficarem desligadas  durante uma hora, as comemorações para aguardar a chegada do movimento  global nas Américas contaram com uma profusão de eventos de luzes  apagadas em todo o continente. O Brasil foi o mais vigoroso dentre as  economias emergentes que se manifestaram na Hora do Planeta e o evento  teve um sucesso incrível ao pedir ações em prol do meio ambiente no  mundo inteiro.</p>
<p>A participação esperada no evento mundial para apagar as luzes e se  comprometer com uma ação para ir além da hora atingiu um número recorde,  com centenas de milhões de pessoas em milhares de cidades e comunidades  de 134 países, durante a passagem da Hora do Planeta, que começou na  Nova Zelândia, num lado da Linha Internacional que marca a Mudança de  Data, até as Ilhas Cook, antigo território da Nova Zelândia na  Polinésia, que se encontram do outro lado dessa Linha (portanto no dia  seguinte).</p>
<p>O Brasil atingiu um novo recorde este ano com a participação de 124  cidades (em comparação com as 98 cidades que aderiram em 2010, um número  por si só já meritório). Entre elas, estão dois terços das capitais de  estado em todas as cinco regiões brasileiras. Nos próximos dias,  deve-lhe conhecer outras atividades da Hora do Planeta em mais cidades e  vilarejos do país.</p>
<p>No Rio de Janeiro, houve uma grande e emocionante comemoração em frente  aos Arcos da Lapa, onde o aqueduto da era colonial ficou às escuras pela  primeira vez. O esquenta ficou a cargo do cantor de música popular  brasileiraToni Garrido e, depois dele, houve discursos da ministra do  Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e doo Secretário de Conservação da  Cidade do Rio de Janeiro, Carlos Osório.</p>
<p>A estátua do Cristo Redentor no topo do Corcovado ficou às escuras, bem  como outros 300 pontos turísticos da cidade &#8212; inclusive a Praia de  Copacabana, para onde está voltado esse monumento – e do país – como o  prédio do Congresso Nacional em Brasília, a Ponte Estaiada em São Paulo e  o Teatro da Ópera de Manaus (Teatro Amazonas). Os eventos contaram com o  apoio generoso de organizações corporativas como o Banco do Brasil,  Coca-Cola, TIM, HSBC e Rossi.</p>
<p>Em Juazeiro do Norte, no estado do Ceará, no Nordeste brasileiro, o  principal ponto turístico que teve suas luzes apagadas no evento foi a  estátua do Padre Cícero, que mede 27metros e foi construída em 1969, um  dos grandes centros de peregrinação e de manifestações religiosas  populares.</p>
<p>Em Mato Grosso do Sul, no Pantanal, o evento teve seu pontapé inicial na  Praça do Rádio da na capital do estado, Campo Grande (em sua terceira  participação no evento), onde o prefeito Nelson Trad Filho puxou a  contagem regressiva. Rodas de capoeira, uma escola de samba e uma banda  local animaram o apagar das luzes nos ícones da cidade, como o prédio  histórico do Centro Cultural Morada dos Baís. Várias empresas também  tiveram a iniciativa de desligar seus interruptores.</p>
<p><strong>Escuridão na casa de Chico Mendes tem simbolismo especial</strong></p>
<p>Pela terceira vez consecutiva, o Teatro Amazonas – um dos maiores ícones  de Manaus, capital do estado do Amazonas – teve suas luzes desligadas  durante uma hora, assim como outros símbolos manauaras, como a Praça da  Saudade, o Shopping Amazonas e o novo prédio do Ministério Público  Estadual. No centro da cidade, houve recital de poesia, leitura de  contos e apresentações musicais de artistas locais. Segundo Michelle  Andrews, o objetivo foi recuperar o estilo amazônida de viver &#8212; “como o  hábito de jogar conversa fora na porta das casas e trocar idéias na  calçada, à luz de velas,&#8221; exemplificou.</p>
<p>No Acre, um estado ambientalmente consciente, as cidades de Rio Branco  (capital do Estado), Xapuri, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira  participaram oficialmente do movimento da Hora do Planeta. Em Rio  Branco, o palácio do governo estadual ficou às escuras durante uma hora.</p>
<p>&#8220;Não se trata de economizar energia e sim de refletir sobre o que nós  temos feito contra o mundo”, afirmou o secretário estadual de Meio  Ambiente, Edgard de Deus, acrescentando que a participação do Acre na  Hora do Planeta demonstra a preocupação da sociedade local com as  questões de conservação (da natureza) e do meio ambiente.</p>
<p>As comemorações em Xapuri incluíram o apagar das luzes na casa de Chico  Mendes, onde o seringueiro, líder sindical e ambientalista foi  assassinado em 1988 por sua luga contra o desmatamento. Sua vida se  extinguiu mas não o seu exemplo, pois Chico Mendes inspirou uma geração  que teve um impacto gradual, porém profundo, na luta contra o  desmatamento e na defesa dos direitos humanos no Brasil.</p>
<p>Elenira Mendes, filha de Chico Mendes, ficou contente com o fato de seu  pai ser homenageado nas comemorações do evento global de apagar as  luzes. “É de um simbolismo ímpar, é muito significtivo. Meu pai, que  mostrou a Amazônia e a importância da floresta para o mundo, ficaria  muito feliz de saber que sua casa fez parte deste desse movimento  mundial”, afirmou.</p>
<p>Os esforços no Brasil tiveram tanto sucesso que o assunto  #horadoplaneta, em português, tornou-se uma tendência mundial no Twitter  na hora do evento.</p>
<p><strong>As bandeirantes deram o exemplo nos Estados Unidos</strong></p>
<p>Nos Estados Unidos, dos estados de Louisiana até Missouri, de Utah até  Indiana, as bandeirantes ficaram à frente das ações para a Hora do  Planeta. Na cidade de Los Angeles, os grupos locais de bandeirantes se  reuniram para uma vigília à luz de velas, enquanto em Denver, no  Colorado, 500 bandeirantes fizeram um GS (sigla em inglês para  bandeirantes, ou Girl Scouts) gigante e luminoso nos degraus da sede do  governo estadual.</p>
<p>Ainda em Los Angeles, Verne Troyer, embaixador da Hora do Planeta,  prometeu ir além da hora e substituir todas as lâmpadas por outras de  eficiência energética. Ele disse que “a Hora do Planeta chama a atenção  para a necessidade de ações ambientais. Creio que cada um de nós tem o  poder de fazer mais, principalmente em referência à conservação dos  recursos finitos do nosso planeta. Eu vou além da hora este ano com a  substituição de todas as lâmpadas de minha casa por outras que tenham  eficiência energética. Reduza sua pegada no planeta, tornando seu rastro  tão pequeno quanto o meu.”</p>
<p>Todos os 96 prédios da ONU em Nova Iorque, inclusive a sede da  organização, tiveram suas luzes desligadas nessa ocasião.  Simultaneamente, foram apagados os cartazes luminosos nas marquises e  telhados dos teatros na Broadway, numa homenagem à Hora do Planeta. Os  grandes ícones da cidade, como o prédio do Empire State e outros  edifícios na Times Square também ficaram às escuras para o evento.</p>
<p>A modelo australiana Miranda Kerr, que vive nos Estados Unidos, se  inscreveu para ser embaixadora mundial da Hora do Planeta e foi mais  longe ao assumir o compromisso para “além de hora”. “Este ano eu vou  além da hora ao continuar a reciclar e comprar produtos orgânicos nos  mercados de agricultores locais. Com isso contribuo para reduzir o  consumo de pesticidas e inseticidas em nosso planeta e também para  reduzir a distância percorrida pelos alimentos”, afirmou.</p>
<p>O Myspace permitiu que Miranda Kerr “seqüestrasse” o site durante três  dias até o evento da Hora do Planeta. Ela está atuando na curadoria do  conteúdo na homepage do Myspace e incluiu várias listas de músicas que  destacam os embaixadores e apoiadores atuais e passados da Hora do  Planeta – como Temper Trap, Tom Jones, Nelly Furtado, Alanis Morissette e  Coldplay.</p>
<p>Uma das maiores mudanças observada entre a cena iluminada e no escuro  foi na rua conhecida como Strip em Las Vegas, palco de algumas das  estrelas mais brilhantes do mundo ao longo dos tempos e onde vários dos  grandes hotéis prometeram ir além da hora com ações quotidianas em prol  do planeta. O famoso hotel Caesar’s apagou suas luzes não só em Las  Vegas como também em 40 outros locais no mundo inteiro, além de manter  práticas sustentáveis de negócio e programas ambientais por meio do  CodeGreen (código verde), uma abrangente estratégia ambiental cujo foco  são questões essenciais da gestão de energia, lixo, água e carbono em  todos os resorts e cassinos da empresa.</p>
<p>&#8220;A liderança do Caesars na indústria do jogo e seu sólido compromisso  com a sustentabilidade e o manejo ambiental se refletem na contínua  participação dos nossos hotéis na Hora do Planeta,&#8221; disse Gary Loveman,  presidente e diretor executivo da Caesars Entertainment.</p>
<p>No sul da California, o barco-hotel Queen Mary, um ícone de Long Beach,  soou o apito para sinalizar o início da Hora do Planeta. A seguir,  desligou as luzes em suas chaminés e também os cordões de luzes no topo  do navio, bem como incentivou os passageiros que estavam nas cabines a  também apagarem suas luzes.</p>
<p>O celebrado skyline de Chicago também ficou às escuras quando a Hora do  Planeta atingiu a cidade. Funcionários da ComEd (a companhia de energia  elétrica), juntamente com alunos da Chicago Conservation Corps,  desligaram os interruptores no Merchandise Mart, um prédio comercial que  é um ícone da cidade e agora é o maior edifício dos EUA com  certificação LEED. Vários outros prédios da cidade ficaram no escuro  durante uma hora – como o complexo do Navy Pier, a Willis Tower, a  Custom&#8217;s House, o Prudential Center, o John Hancock Building e o  Children&#8217;s Museum (Museu das Crianças).</p>
<p>Os cidadãos norte-americanos em todo o páis também aderiram à Hora do  Planeta e prometeram ir além da hora. Na cidade de Stillwater, no estado  de Oklahoma, um homem que já havia participado da Hora do Planeta no  ano anterior motivou seus vizinhos de forma crescente e, no sábado à  noite, toda a vizinhança e a cidade de Stillwater participaram da Hora  do Planeta, mostrando a diferença uma pessoa é capaz de fazer unindo sua  comunidade.</p>
<p>&#8220;Com o simples gesto de desligar as luzes, a Hora do Planeta atraiou a  imaginação de todo o mundo e, ano após ano, cresceu significativamente –  2011 não foi uma exceção. Nossa meta este ano era conseguir a adesão de  mais pessoas ainda e a resposta tem sido simplesmente incrível”,  afirmou Terry Macko, líder de marketing do WWF-Estados Unidos. “Nos  alegra saber que indivíduos, comunidades, governos e organizações  aderiram e se apropriaram da Hora do Planeta, ajudando a disseminar pelo  mundo todo essa mensagem fundamental de vida sustentável.”</p>
<p><strong>O Canadá adere à Hora do Planeta como nunca antes</strong></p>
<p>Uma lista impressionante de 422 cidades, municípios e vilas participaram  da Hora do Planeta 2011 no Canadá. O resultado alegrou a equipe que  achava que tinha ido bem em 2010 com 304 adesões de cidades. O evento  deste ano também contou com a participação de outrs 73 universidades e  30 monumentos em todo o país, inclusive a torre CN em Toronto, os  prédios do Parlamento em Ottawa, as Cataratas do Niágara e a ponte Lions  Gate Bridge em Vancouver.</p>
<p>Este ano, o Canadá destacou a “energia limpa” em sua mensagem e pediu  aos canadenses que “apóiem a energia limpa para que ela brilhe durante a  Hora do Planeta”, ajudando a conscientar o público de que a energia  limpa é a chave para resolver o problema das mudanças climáticas.</p>
<p>No início desta semana, o diretor geral de Mudanças Climáticas do  WWF-Canadá, Josh Laughren, apresentou a Lista da Hora do Planeta, que  homenageou as 10 cidades líderes em ações contra mudanças climáticas. O  prestigioso prêmio é um reconhecimento às cidades que responderam ao  apelo da Hora do Planeta na edição deste ano e vão além da hora e são  mais ativas em seus programas de redução de emissões de carbono e de  promoção de energia renovável, eficiência energética e conservação  (ambiental).</p>
<p>Em Squamish, uma comunidade do estado British Columbia, ainda no Canadá,  a Hora do Planeta caracterizou-se por uma projeção do documentário <em>Aftermath: a World Without Oil</em> (Resultado: um mundo sem petróleo), seguida de um jantar à luz de velas com pratos da culinária local e muita música.</p>
<p><strong>Caribe</strong></p>
<p>Na <strong>Jamaica</strong>, o Grand Palladium Jamaica e Lady Hamilton  Resort  e Spa em Lucea Hanover mantiveram seu apoio à Hora do Planeta  desligando as luzes para o evento.  Eles também foram “além da hora” e  se comprometeram com atividades para obter a certificação Green Globe.   As ações incluem reciclagem, manejo da água e da energia, e treinamento  de seus funcionários.  A empresa de telecomunicações Digicel aderiu,  esta noite, às centenas de milhares de empresas e famílias que  desligaram os interruptores para participar da Hora do Planeta.</p>
<p>Este foi o primeiro ano que<strong> Trinidad &amp;Tobago</strong> participaram oficialmente da Hora do Planeta, depois que Christopher  Naranjit, aluno da University of the West Indies obteve aprovação para  ser o anfitrião do evento na noite da Hora do Planeta. Na capital, Porto  f Spain, e nas localidades de Chaguanas, San Fernando e Arima, as  empresas apoiaram o evento e vizinhanças inteiras ficaram no escuro.   Quatro estações de rádio e televisão fizeram um minuto de silencia pelo  Japão e dedicaram a hora para divulgar dicas para Ir Além da Hora.</p>
<p>Em Bermuda, o público se reuniu na Prefeitura, no centro da Cidade de Hamilton, que é a principal.</p>
<p><strong>América do Sul</strong></p>
<p>Na <strong>Venezuela</strong>, o co-vencedor do Prêmio Nobel da Paz de  2007, Juan Carlos Sánchez, deu seu apoio à Hora do Planeta 2011 durante  as celebrações no país, onde houve uma profusão de eventos.  Entre eles,  o evento de moda em estilo ecológico, um concerto acústico e uma série  de peças de teatro.  Mais mil pessoas se reuniram em Caracas, na Praça  Alfredo Sadel, capitaneadas pelo prefeito da cidade, quando a logomarca  da Hora do Planeta surgiu iluminada por mais de 500 velas em  solidariedade ao planeta.  Os embaixadores da Hora do Planeta na  Venezuela participaram do evento junto com Karen Britton, Maickel  Melamed, Jean Mary, Alejandro Leon e outras personalidades venezuelanas,  para demonstrar seu compromisso em ir além da hora. Nas ruas à luz de  velas, o entretenimento ficou a cargo das apresentações de artistas  locais – atores de teatro, músicos e bailarinos &#8211;, além de um desfile  de moda.  A organização do evento garantiu que todos os materiais  utilizados no evento fossem reciclados ou ambientalmente corretos,  inclusive as roupas exibidas no desfile de modas e um “jardim” feito de  garrafas plásticas recicladas.  Miss Venezuela 2011 também esteve no  evento para apoiar a Hora do Planeta 2011.</p>
<p>Na <strong>Colômbia</strong>, os moradores desligaram suas luzes e  aparelhos elétricos não essenciais para uma simbólica “onda escura”.  Na  capital colombiana, Bogotá, 500 pessoas assistiram a um concerto na  Praça Usaquen enquanto as luzes eram desligadas na Prefeitura, no  Palácio Presidencial, no Museu do Ouro, no Museu Interativo Maloka e na  montanha Monserrate.  Em Medellín, 4 mil pessoas assistiram a uma  apresentação da Orquestra Filarmônica quando as luzes se apagaram no  edifício inteligente da EPM e nos prédios do banco Bancolombia e da  estação de televisão da TeleMedellin.  As cidades de Mocoa e Cali também  participaram da ação que atraiu mais de 4 mil pessoas para a  manifestação ambiental, com as luzes desligadas e atividades  comunitárias para celebrar o compromisso.</p>
<p><strong>A cidade perdida de Machu Picchu é sítio da Hora do Planeta</strong></p>
<p>Cidades, pequenas localidades e prédios ao redor da cidade perdida dos  Incas, do Lago Titicaca e do maior Sítio Ramsar da Amazônia ficaram às  escuras durante 60 minutos para se juntar a outros ícones mundiais, como  a Torre Eiffel em Paris e o Cristo Redentor no Rio de Janeiro.</p>
<p>No <strong>Peru</strong>, a prefeita de Lima, Susana Villarán, presidiu  as comemorações da Hora do Planeta 2011 e desligou as luzes de todos os  monumentos e prédios principais do Centro Histórico da capital – que é  Patrimônio Cultural da Humanidade.  A cerimônia foi replicada em outras  35 cidades do Peru, inclusive Arequipa, Trujillo e Tarapoto. Susana  Villarán anunciou compromissos ambientais de sua administração para  levar a Hora do Planeta além da hora, entre eles o de reduzir a pegada  de carbono do município.  Seu apelo foi apoiado pelo atual presidente do  Peru, Alan García, bem como pelo candidato eleito Alejandro Toledo, que  irá substituí-lo no próximo mês.</p>
<p>O histórico Vale Sagrado dos incas ao longo Rio Urubamba em Cuzco ficou  às escuras e na remota região do Lago Titicaca, em Puno, a Casa Andina  Hotel (única edificação existente) desligou suas luzes para marcar a  hora.</p>
<p>Em Loreto, o distrito de Datem del Marañon é não somente o mais isolado  da Amazônia peruana como também é a terra das populações indígenas  Kandozi, Ashuar e Quechua, além de abrigar as maiores áreas úmidas da  Amazônia  um sítio de prioridade para conservação reconhecido pela  Convenção Ramsar – o Abanico del Pastaza.  Embora a capital distrital,  San Lorenzo, disponha de eletricidade somente algumas horas por dia, as  autoridades enviaram um mensagem poderosa ao desligar as luzes e assumir  o compromisso de ir além da hora, implementando um sólido programa de  manejo do lixo que ajudará a recuperar um dos mais importantes rios da  Amazônia peruana.  No setor corporativo, 45 empresas líderes do país  aderiram à iniciativa global e utilizaram o evento para lançar  iniciativas para ir “além da hora”, como políticas de eco-eficiência e  práticas de manejo ambiental.</p>
<p>No <strong>Chile</strong>, a celebração da Hora do Planeta se espalhou  pelo país e milhares de chilenos participaram do evento na capital do  país, Santiago, e nos maiores centros regionais, como as cidades de  Valdivia, Punta Arenas, Concepcion e Temuco. Várias celebridades  chilenas emprestaram seu nome à causa da Hora do Planeta e os  embaixadores  incluíram María Ignacia Benitez (ministra do Meio  Ambiente), Amaya Forch (cantora e atriz), Amarils Horta (diretor do  centro de “cultura de ciclismo”) e Andrea Obaid, principal jornalista de  ciência e tecnologia do país.  As luzes foram apagadas em monumentos  como o Palácio Presidencial La Moneda, a Torre Entel, a Praça da  Constituição e a Praça de Armas.  Uma enorme tela de 260m2 foi iluminada  com velas para marcar a ocasião.</p>
<p>Na Cidade do <strong>México</strong>, foi realizado um evento à luz de  velas no Monumento da Revolução e as luzes também foram apagadas ali e  em outros monumentos, como o Anjo da Independência, Diana a Caçadora e o  Palácio do Governo Nacional. Em Cancún e La Paz, as atividades  iniciaram com workshops ambientais, seguidos por uma batucada de um  grupo local.  A Plaza Forum de Cancún, que é um dos principais pontos  turísticos, ficou às escuras durante o evento, que teve apoio local.  Outras cidades mexicanas que aderiram à Hora do Planeta incluem Guaymas,  Huatulco, Oaxaca, Campeche, Puebla, Nogales, Chihuahua, Delicias,  Estado de Mexico, San Luis Potosi e Reynos – onde um grande número de  voluntários fizeram uma manifestação utilizando o Facebook e outros  canais da mídia social e fizeram da Hora do Planeta um enorme sucesso.</p>
<p>Na <strong>Argentina</strong>, a Hora do Planeta realizou uma competição  no início do mês e provocou a criatividades dos apoiadores da  iniciativa para que apresentassem uma proposta para representar os 60  minutos do evento.  Os participantes mandaram sua arte em fotos postadas  no Facebook. O primeiro colocado fez o número 60 com mil tampas  plásticas.  As festividades da Hora do Planeta na noite de sábado  contaram com a cantora Elena Roger, um show de taiko (percussão  japonesa) para lembrar o terremoto e tsunami recentes, e um grupo de  malabaristas e engolidores de fogo que fizeram o número “60” com  labaredas.</p>
<p>Na <strong>Argentina</strong>, os ícones de Buenos Aires – como o  Obelisco, a Ponte da Mulher e a Pirâmide de Maio (que é o monumento mais  antigo da capital) – ficaram no escuro para apoiar a ação em prol do  meio ambiente.</p>
<p>Na <strong>Bolívia</strong>, houve uma parada de eco-tochas na Praça do  Bicentenário da capital La Paz.  A parada foi liderada pelo prefeito  Luis Revilla,  que também esteve à frente da contagem regresssiva para o  momento de desligar as luzes, às 20h30min do horário local.  Eventos  simultâneos ocorreram em Cochabamba, Santa Cruz, Potosi, Oruro,  CidadeTrinidad, Quijarro, Puerto Suarez, San Matias e Sucre, onde os  organizadores e os voluntários protagonizaram comemorações com  lanternas, apresentações de música e de dança tradiconal.</p>
<p>Em <strong>Belize</strong>, o embaixador da Hora do Planeta, Kim Barrow,  acompanhado de sua esposa, foi o anfitrião de um evento de gala em  Preto e Branco em nome da organização sem fins lucrativos Lifeline  Foundation, para comemorar a Hora do Planeta, com as luzes apagadas  durante 60 minutos.   O evento de gala teve a participação do  primeiro-ministro e outros dignatários.</p>
<p><em>Fonte: WWF</em></p>
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		<title>Programa de Educação Ambiental do Porto realiza entrega de Kits às escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 18:52:04 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/04/img245X163_entrega_kits.jpg"><img class="size-full wp-image-51 alignright" title="img245X163_entrega_kits" src="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/04/img245X163_entrega_kits.jpg" alt="" width="245" height="163" /></a>O Programa de Educação Ambiental do Porto do Rio Grande (ProEA-PRG)  realizou, na tarde desta quinta-feira (31), no Centro de Formação Escola  Viva, a entrega dos kits do projeto &#8220;Se essas águas falassem&#8221; para as  escolas municipais e estaduais. Na entrega dos kits, estavam presentes  as escolas, a 18ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Secretaria  Municipal de Educação e Cultura (Smec), Superintendência do Porto do Rio  Grande (Suprg), a equipe do ProEA-PRG, Universidade Federal do Rio  Grande (Furg), Centro de Pesquisa e Gestão dos Recursos Pesqueiros  (Cperg) do Ibama e os professores que atuaram na produção do material.</p>
<p>Após  a explanação de integrantes do ProEA-PRG sobre a metodologia do  projeto, duas professoras derem o seu depoimento sobre sua experiência.  &#8220;É bastante engrandecedor ter participado do programa e ter conhecido  tantas coisas que eu nem imaginava. Somos agentes multiplicadores na  sala de aula&#8221;, avaliou a educadora Patrícia Guimarães.</p>
<p>A  professora Jane Degani também falou sobre sua satisfação de ter  integrado o projeto. &#8220;Foi muito bom, rendeu muitas ações boas não só  para mim, mas para toda a comunidade onde trabalho&#8221;, afirmou, relatando  os projetos desenvolvidos a partir de sua participação no ProEA-PRG. Em  seguida, duas alunas da escola Prof. Carlos Loréa Pinto leram uma poesia  feita sobre a temática das águas com o trabalho da professora Sizeli  David.</p>
<p>Para finalizar, a chefe da Divisão de Meio Ambiente,  Saúde e Segurança, Margareth Badejo dos Santos, ressaltou que a questão  ambiental não é apenas uma condicionante, mas uma prioridade para a  Superintendência do Porto do Rio Grande.</p>
<p><strong>Projeto<br />
</strong>O  objetivo do projeto é envolver os professores na reflexão acerca das  questões socioambientais locais e globais e na produção de materiais  educativo-informativos que os auxiliem na abordagem destes temas em sala  de aula. Por isso, a cada ano é realizado um curso de formação com uma  carga horária de 40 horas, incluindo aulas teóricas e práticas.</p>
<p>Esse  curso já ocorre há três anos com aproximadamente 30 professores por  turma. É realizado, em média, um encontro por mês. Após o término do  curso, ocorre a fase da Educomunicação, que consiste na produção do  material.</p>
<p>Este material entregue consiste no trabalho realizado  pela primeira turma do curso e inclui cartaz, folder e CD. A nova turma  do processo de Educomunicação deve iniciar as atividades no dia 14 de  abril e irá tratar de uma nova temática.</p>
<p><strong><em>Texto e foto: Lorena Barros Garibaldi</em></strong></p>
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		<title>5ª Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 17:48:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul já tem marcada a 5ª Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável: acontece de 15 a 17 de setembro, em Porto Alegre, e a previsão é de que 650 pessoas participem, sendo 500 delegados e 150 convidados e observadores. O tema é Implementação do Sistema de Segurança Alimentar e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/04/comendo.jpg"><img class="size-medium wp-image-48 alignright" title="comendo" src="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/04/comendo-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>O Rio Grande do Sul já tem marcada a 5ª Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável: acontece de 15 a 17 de setembro, em Porto Alegre, e a previsão é de que 650 pessoas participem, sendo 500 delegados e 150 convidados e observadores. O tema é Implementação do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável.</p>
<p>As Conferências de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável ocorrem no Rio Grande do Sul desde 1994, antecedendo à própria criação do Fórum Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Fesan-RS), em 1999, e do Conselho Estadual, em 2003.</p>
<p>Como iniciação e preparação à conferência e sob o abrigo de uma Tenda da Segurança Alimentar, nos dias 12, 13 e 14 de setembro serão realizadas oficinas, reuniões temáticas, rodas de conversa, grupos de trabalho e outras atividades relacionadas à temática do evento.</p>
<p>A programação da conferência será desenvolvida no entorno da Praça da Matriz, nas instalações do Palácio Piratini, da Assembléia Legislativa, da Mitra da Catedral Metropolitana, do Palácio da Justiça e do Ministério Público.</p>
<p>O agendamento e a organização da conferência ativam a mobilização e a realização, de abril a julho, das conferências nos municípios, regiões e territórios, sob a liderança dos cerca de 60 Conselhos Municipais existentes no Estado.</p>
<p>Pretende-se que as informações, debates, propostas e encaminhamentos das conferências gaúchas contribuam para a consolidação do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Rio Grande do Sul (Sisan-RS) e dos seus consequentes desdobramentos em termos de Políticas e Planos de Segurança e Soberania Alimentar, intersetoriais e com ênfase estruturante, envolvendo especialmente as áreas da Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia, Agricultura, Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente.</p>
<p>Como já é de praxe, antecedendo as conferências, o Consea-RS oferecerá um curso de formação para delegados, convidados e observadores, versando sobre: I. Situação da Segurança Alimentar; II. Sistema de Segurança Alimentar; III. Política e Plano de Segurança Alimentar.</p>
<p>Outras informações podem ser obtidas através dos e.mails: <a href="mailto:coordena%C3%A7%C3%A3o.cesansrs@gmail.com">coordenação.cesansrs@gmail.com</a> ou<br />
<a href="mailto:consea-rs@stds.rs.gov.br%20@gmail.com">consea-rs@stds.rs.gov.br @gmail.com</a></p>
<p><em>Fonte: Consea-RS</em></p>
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		<title>Obama adia assinatura do tratado de Copenhague</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 20:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gtsa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em virtude da forte oposição do congresso norte-americano, o presidente Barack Obama pode ter que se negar a assinar o possível novo acordo climático que será definido em dezembro. Altas autoridades do governo já se manifestaram preocupadas e disseram que será bem possível que o comprometimento dos EUA com o acordo só aconteça na metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em virtude da forte oposição do congresso norte-americano, o presidente Barack Obama pode ter que se negar a assinar o possível novo acordo climático que será definido em dezembro. Altas autoridades do governo já se manifestaram preocupadas e disseram que será bem possível que o comprometimento dos EUA com o acordo só aconteça na metade de 2010. Esse atraso tornaria mais difícil a adesão de países como China e Índia, e ainda prejudicaria a colocação em prática do novo tratado antes do fim do protocolo de Quioto em 2012. Segundo o presidente da Força-Tarefa Internacional para as Mudanças Climáticas, Stephen Byers, o encontro de Copenhague chega em um difícil momento para os EUA. &#8220;Não poderia ser numa hora pior para Obama. A comunidade internacional tem que reconhecer esse fato e se preparar para dar aos americanos mais tempo, mas isso sem permitir que eles fujam de suas responsabilidades.&#8221;</p>
<p><em>Fonte: CarbonoBrasil</em></p>
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		<title>Projetos de inclusão social</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 20:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gtsa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A inclusão social norteou os trabalhos vencedores do Prêmio Construindo a Nação 2008-2009, realizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), integrante do Sistema FIERGS, em parceria com o Instituto Cidadania Brasil. A iniciativa tem como objetivo estimular o desenvolvimento de projetos de cidadania com a participação de alunos da rede pública e privada. A meta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inclusão social norteou os trabalhos vencedores do Prêmio Construindo a Nação 2008-2009, realizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi-RS), integrante do Sistema FIERGS, em parceria com o Instituto Cidadania Brasil. A iniciativa tem como objetivo estimular o desenvolvimento de projetos de cidadania com a participação de alunos da rede pública e privada. A meta é torná-los protagonistas de ações voltadas às necessidades das comunidades no entorno de suas escolas. O Prêmio é promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI/Sesi). A cerimônia de entrega da premiação será nesta sexta-feira (27), às 16h, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul. Na mesma oportunidade será lançada a edição 2009/2010.</p>
<p>INSCRIÇÔES &#8211; Todas escolas públicas e privadas do Ensino Médio, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos podem participar do concurso. Na edição deste ano, 60 projetos foram inscritos no Rio Grande do Sul. As inscrições para a edição 2009/2010 poderão ser feitas até 14 de agosto pelo site  www.institutocidadania.org.br ou pelo e-mail  construindoanacao@institutocidadania.org.br.</p>
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		<title>Teste asldiuf hasudl aiusdhlid lifty</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 19:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gtsa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundo + Verde]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/03/tn_9093peixes.jpg"><img class="size-medium wp-image-28 alignright" title="tn_9093peixes" src="http://www.gestaosocioambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/03/tn_9093peixes-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>sadf asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf af asdf asdfasdf asd fasdf a</p>
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		<title>Fórum de Resíduos Sólidos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 21:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gtsa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais realiza entre os dias 26 e 28 de abril no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, o Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos. O evento, que acontece em paralelo à feira RESILIMP 2011, reunirá gestores públicos, empresários, profissionais, técnicos e acadêmicos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais realiza entre os dias 26 e 28 de abril no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, o Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos. O evento, que acontece em paralelo à feira RESILIMP 2011, reunirá gestores públicos, empresários, profissionais, técnicos e acadêmicos para discutir temas relevantes, conhecer tendências e trocar experiências sobre a gestão de resíduos sólidos.</p>
<p>O primeiro dia será marcado pela sessão de abertura do Fórum e o lançamento do “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2010”, estudo realizado pela ABRELPE. Na sequência, o diretor executivo da entidade, Carlos Silva Filho, fará uma palestra destacando os principais resultados da publicação.</p>
<p>No dia 27 a programação traz o workshop “Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”. Exclusivo para representantes municipais e associados da ABRELPE, o evento vai debater a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e suas bases conceituais para a elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS).</p>
<p>No mesmo dia acontece o “Seminário Nacional de Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde no Século XXI”, que discutirá práticas, diretrizes, tendências e soluções para a gestão dos RSS tendo em vista o preconiza a PNRS. O evento é destinado a profissionais do setor, gestores públicos e acadêmicos interessados em aprimorar conhecimentos sobre a gestão de RSS.</p>
<p>O último dia do Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos também contará com dois eventos simultâneos. Um deles é o “II Seminário Internacional de Tecnologias e Gestão de Resíduos Sólidos”, que vai apresentar experiências nacionais e internacionais que contribuam para fomentar ampla discussão sobre alternativas para a gestão de resíduos sólidos, desde a correta utilização de aterros sanitários à adoção de mecanismos para estimular tanto a reciclagem mecânica como a energética. Entre os temas que farão parte do seminário estão O Futuro do Setor de Resíduos, O Setor de Resíduos e as Mudanças Climáticas, Tecnologias Automatizadas de Separação de Resíduos, Produção de Combustível Derivado de Resíduos (CDR) e Lixo Zero.</p>
<p>Para estimular a produção de pesquisas acadêmicas sobre a gestão integrada de resíduos sólidos no Brasil, a ABRELPE incluiu na programação do Fórum o “Simpósio Nacional de Resíduos Sólidos”, que será um espaço para a troca de experiências e a divulgação de trabalhos. A programação, que se divide em três temáticas – Novas Tecnologias para Gestão de Resíduos, Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde e Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil – será definida a partir da seleção de trabalhos inscritos previamente por estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores junto à entidade.</p>
<p>Os interessados em participar do Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos podem fazer sua inscrição pelo site www.feirasnacipa.com.br/resilimp1. Até o dia 18 de abril o valor por módulo será de R$ 100,00. Após essa data, o valor passa a ser de R$ 120,00, mediante a disponibilidade de vagas. Não há custo para assistir à palestra “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil” e ao “Simpósio Nacional de Resíduos Sólidos”. Serão aceitas inscrições no local do evento mediante disponibilidade de vagas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3254-3566. O Centro de Exposições Imigrantes está localizado na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5.</p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">A ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais realiza entre os dias 26 e 28 de abril no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, o <em>Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos</em>. O evento, que acontece em paralelo à feira RESILIMP 2011, reunirá gestores públicos, empresários, profissionais, técnicos e acadêmicos para discutir temas relevantes, conhecer tendências e trocar experiências sobre a gestão de resíduos sólidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">O primeiro dia será marcado pela sessão de abertura do Fórum e o lançamento do “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2010”, estudo realizado pela ABRELPE. Na sequência, o diretor executivo da entidade, Carlos Silva Filho, fará uma palestra destacando os principais resultados da publicação. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">No dia 27 a programação traz o workshop “Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”. Exclusivo para representantes municipais e associados da ABRELPE, o evento vai debater a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e suas bases conceituais para a elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">No mesmo dia acontece o “Seminário Nacional de Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde no Século XXI”, que discutirá práticas, diretrizes, tendências e soluções para a gestão dos RSS tendo em vista o preconiza a PNRS. O evento é destinado a profissionais do setor, gestores públicos e acadêmicos interessados em aprimorar conhecimentos sobre a gestão de RSS.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">O último dia do Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos também contará com dois eventos simultâneos. Um deles é o “II Seminário Internacional de Tecnologias e Gestão de Resíduos Sólidos”, que vai apresentar experiências nacionais e internacionais que contribuam para fomentar ampla discussão sobre alternativas para a gestão de resíduos sólidos, desde a correta utilização de aterros sanitários à adoção de mecanismos para estimular tanto a reciclagem mecânica como a energética. Entre os temas que farão parte do seminário estão <em>O Futuro do Setor de Resíduos</em>, <em>O Setor de Resíduos e as Mudanças Climáticas</em>, <em>Tecnologias Automatizadas de Separação de Resíduos</em>, <em>Produção de Combustível Derivado de Resíduos (CDR)</em> e <em>Lixo Zero</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">Para estimular a produção de pesquisas acadêmicas sobre a gestão integrada de resíduos sólidos no Brasil, a ABRELPE incluiu na programação do Fórum o “Simpósio Nacional de Resíduos Sólidos”, que será um espaço para a troca de experiências e a divulgação de trabalhos. A programação, que se divide em três temáticas – <em>Novas Tecnologias para Gestão de Resíduos</em>, <em>Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde</em> e <em>Política Nacional de Resíduos Sólidos no Brasil</em> – será definida a partir da seleção de trabalhos inscritos previamente por estudantes de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores junto à entidade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;;">Os interessados em participar do Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos podem fazer sua inscrição pelo site <a href="http://www.feirasnacipa.com.br/resilimp1">www.feirasnacipa.com.br/resilimp1</a>. Até o dia 18 de abril o valor por módulo será de R$ 100,00. Após essa data, o valor passa a ser de R$ 120,00, mediante a disponibilidade de vagas. Não há custo para assistir à palestra “Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil” e ao “Simpósio Nacional de Resíduos Sólidos”. Serão aceitas inscrições no local do evento mediante disponibilidade de vagas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3254-3566. O Centro de Exposições Imigrantes está localizado na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5.</span></p>
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